O grupo de pesquisa CNPq Acervos privados e pessoais: memórias, políticas e patrimônios está com uma programação imperdível!

No dia 11/06, às 19h, irão promover a 8ª edição da série on-line “Conversando com doadores”. Como convidada, estará a doadora Telma Camargo da Silva, responsável por um rico acervo dedicado ao acidente radiológico de Goiânia com o Césio-137, doado a duas instituições: LUMINAV/UEG e CIDARQ/UFG.
Acompanharão no papo a arquivista Luciana Lima (UFG) e a professora Geórgia Cynara (UEG).
Guarde o link: YouTube LABAPP Unirio.

Além disso, estão abertas as submissões para o evento anual Colóquio Acervos Privados e Pessoais. O tema da edição é: “Descrição de arquivos privados e pessoais: entre a teoria e a prática”. Podem enviar propostas pessoas formadas em Arquivologia e áreas afins até o dia 20/06/2026.
O texto discutido hoje nos fez refletir sobre porque estamos estudando Arquivos Pessoais e Patrimônio Documental. Nos desenrolar do diálogo vieram as questões dos arquivos como espaços de poder, memória, disputa política e produção de conhecimento histórico. A patrimonialização do raro e os documentos negligenciados estão presentes na vontade de saber dos arquivos. O auge do encontro foi o compartilhamento de um diário pessoal, que nos oportunizou ter a certeza das escolhas que fizemos e estamos fazendo ao reunir este grupo com o intuito de promover a aquisição, preservação, difusão e acesso aos acervos.
Estiveram presentes no encontro: Aline Carmes Krüger, Marceli Mengarda, Maria Teresa Santos Cunha, Maria de Fátima Piazza, Ana Carolina Silvério Jonsson, Angelo Cubas Castro, Georgia Mastroianni, Leilane Feitosa Santana e Libia de Haro.


Nossa próxima reunião será no dia 18/05, segunda-feira, às 14h, no nuLIME.
Faremos a discussão do texto “Saber dos arquivos”, de Marlon Salomon, e do texto “Monumentos de papel – a propósito de novos usos sociais dos arquivos”, de Philippe Artières, no mesmo livro.
Venha para esse debate.
O mês de maio traz boas novas com a participação em eventos e lançamentos de livros!
No dia 9, às 19h, na Livraria Latinas, Thaís Fernandes irá lançar a tradução “Sobre a tranquilidade da alma”, de Sêneca.
No dia 14, às 19h, no ponto. bar & piadina, Marceli Mengarda lançará a publicação de seu segundo livro: “pois estamos vivendo um período“.
Entre 26 e 28 de maio, Aline Krüger, Letícia Nedel, Maria de Fátima Fontes Piazza e Priscila Rosa integrarão a delegação de Santa Catarina na 2ª Conferência Nacional de Arquivos, em Brasília.
+ Chamadas para publicação e submissões em eventos
Até 07/05: IV Seminário Memórias do Corpo, UFSC https://memoriasdocorpo.cce.ufsc.br/inscricoes/submissao-de-trabalhos
Até 16/05: XI Congresso Nacional de Arquivologia, Manaus https://fnarq.com.br/xi-cna-2026
Até 17/05: Arquivologia na contemporaneidade: gestão, preservação e acesso aos documentos de arquivo. Revista do Arquivo Geral do Rio de Janeiro: http://wpro.rio.rj.gov.br/revistaagcrj/envio
Até 18/05: VI Seminário Nacional História e Patrimônio Cultural: patrimônios em debate: políticas, diretrizes e reparação, Joinville/híbrido https://www.gtpatrimonioanpuh.com.br/vi-semin%C3%A1rio-nacional
Até 30/05: V Seminário Nacional de Governança Arquivística, UFSC https://www.even3.com.br/v-snga-seminario-nacional-de-governanca-arquivistica-729866-729866
Até 31/05: XXVI Encontro nacional de pesquisa e pós-graduação em Ciência da Informação, Belém https://enancib2026.com.br
Até 31/05: I Seminário Nacional de Crise Climática e Arquivos (CCA), Porto Alegre https://www.even3.com.br/i-seminario-nacional-crise-climatica-e-arquivos-713372/
nos vemos.
Faz sentido ler um texto dos anos de 1970 de Pierre Bourdieu hoje?
Retornando às tardes de segunda-feira, a conversa foi conduzida aos espaços acadêmicos, de legitimidade e consagração, e ao questionamento de quais são as medidas que definem o conhecimento. Será que ainda o livro e o museu são representativos para essa régua? Qual o papel das pesquisas e pesquisadoras nessas mudanças? Qual o papel das instâncias de legitimação na construção do valor simbólico?
Perguntas não faltaram para compreender os bens simbólicos como produtos culturais com valor econômico, mas principalmente, simbólico. Em síntese, conferimos que “O mercado de bens simbólicos” é um texto fundamental para os estudos dos Arquivos Pessoais e do Patrimônio Documental.
Estiveram presentes no encontro: Aline Carmes Krüger, Priscila Rosa Martins, Marceli Mengarda, Maria Teresa Santos Cunha, Sabrina Martins, Valentina Nunes, Letícia Nedel, Maria de Fátima Piazza, Ana Claudia de Oliveira Segura, Ana Carolina Silvério Jonsson e Emily Zimmermann.


Olá!
Nossa próxima reunião será no dia 27/04, segunda-feira, às 14h, no nuLIME.
Faremos a discussão do texto “O mercado de bens simbólicos”, capítulo 3 do livro A Economia das trocas simbólicas, de Pierre Bourdieu.
O texto foi enviado por e-mail e também pode ser acessado na BU UFSC.
Esperamos você!
» nuLIME – CCE/UFSC – Prédio B, 5º andar – sala 507
» BOURDIEU, Pierre. A economia das trocas simbólicas. 5. ed. São Paulo: Perspectiva, 1998.
Estão abertas as inscrições para seleção de bolsistas de extensão no âmbito dos Projetos: Maura de Senna Pereira: organização de um arquivo pessoal e O armário de Harry Laus.
Vigência da Bolsa: 01/03/2026 até 31/12/2026
Valor da Bolsa: R$ 700,00
Carga-horária: 20h semanais (em turno a combinar)
Informações sobre inscrição disponíveis no Edital:
EDITAL PRO BOLSAS 2026
FICHA DE INSCRIÇÃO
CANDIDATOS SELECIONADOS PARA A ENTREVISTA
RESULTADO DA SELEÇÃO DE BOLSISTAS PROBOLSAS 2026

Cauane Maia, doutora em Antropologia Social, irá apresentar sua tese que evidencia a persistência de presenças negras insurgentes em Florianópolis.
Utilizando a etnografia de documentos como método, consultou a documentação do Arquivo Público de Santa Catarina, o Conselho de Imigração e Colonização, a Comissão Catarinense de Folclore e o Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC.
A atividade integra também a construção do Novembro Negro da UFSC. Confira a programação: https://novembronegro.ufsc.br/
Te esperamos!
Dia 24 de novembro, às 15 horas
Sala de Reuniões do CED (Bloco B, 1º andar)
Recomendação de leitura: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/269179
Na tarde desta terça, as profas Maria de Fátima Fontes Piazza e Giane Maria de Souza nos apresentaram a trajetória da constituição do Museu do Folclore organizado pela Comissão Catarinense do Folclore entre os anos de 1949 a 1992. A inexistencia deste foi acompanhada de uma trajetória histórica e acadêmica em torno da museologia, de coleções, do folclore e dos Boletins da Comissão Catarinense do Folclore. Maria de Fátima finaliza sua exposição com a canção do Tamoio de Gonçalves Dias, numa linguagem do romantismo literário: “Não chores, meu filho/ Não chores, que a vida/É luta renhida: Viver é lutar…/ A vida é combate,/ Que os fracos abate,/ Que os fortes, os bravos/ Só pode exaltar”.
Estiveram presentes a professora Aline Carmes Krüger, junto a Mariana Voyt, Miguel Ângelo Demétrio, Jeferson Corbari, Sabrina Martins, Giliard de Souza, Ana Lucia Bergamo, Luciana Bergamo Marques, Ana Carolina Silvério Jonsson, Sabrina Oliveira, Marceli Mengarda, Fernando Cesar Gomes Machado, Georgia Mastroianni e Karen de Sant’ana Lisboa.


No mês de outubro, nos encontraremos no dia 20 às 14h no LABPREV – SALA 203 DO BLOCO D do Centro de Ciências da Educação – CED.
Teremos a conversa com as profas. Maria de Fátima Fontes Piazza e Giane Maria de Souza: “O museu da comissão catarinense de folclore: da dispersão de um acervo a discussão sobre o museu”