Registro de 27/04/2026
Faz sentido ler um texto dos anos de 1970 de Pierre Bourdieu hoje?
Retornando às tardes de segunda-feira, a conversa foi conduzida aos espaços acadêmicos, de legitimidade e consagração, e ao questionamento de quais são as medidas que definem o conhecimento. Será que ainda o livro e o museu são representativos para essa régua? Qual o papel das pesquisas e pesquisadoras nessas mudanças? Qual o papel das instâncias de legitimação na construção do valor simbólico?
Perguntas não faltaram para compreender os bens simbólicos como produtos culturais com valor econômico, mas principalmente, simbólico. Em síntese, conferimos que “O mercado de bens simbólicos” é um texto fundamental para os estudos dos Arquivos Pessoais e do Patrimônio Documental.
Estiveram presentes no encontro: Aline Carmes Krüger, Priscila Rosa Martins, Marceli Mengarda, Maria Teresa Santos Cunha, Sabrina Martins, Valentina Nunes, Letícia Nedel, Maria de Fátima Piazza, Ana Claudia de Oliveira Segura, Ana Carolina Silvério Jonsson e Emily Zimmermann.




