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Reunião de estudos de maio 2026

Nossa próxima reunião será no dia 18/05, segunda-feira, às 14h, no nuLIME.
Faremos a discussão do texto “Saber dos arquivos”, de Marlon Salomon, e do texto “Monumentos de papel – a propósito de novos usos sociais dos arquivos”, de Philippe Artières, no mesmo livro.
Venha para esse debate.
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Informativos de maio de 2026
O mês de maio traz boas novas com a participação em eventos e lançamentos de livros!
No dia 9, às 19h, na Livraria Latinas, Thaís Fernandes irá lançar a tradução “Sobre a tranquilidade da alma”, de Sêneca.
No dia 14, às 19h, no ponto. bar & piadina, Marceli Mengarda lançará a publicação de seu segundo livro: “pois estamos vivendo um período“.
Entre 26 e 28 de maio, Aline Krüger, Letícia Nedel, Maria de Fátima Fontes Piazza e Priscila Rosa integrarão a delegação de Santa Catarina na 2ª Conferência Nacional de Arquivos, em Brasília.
+ Chamadas para publicação e submissões em eventos
Até 07/05: IV Seminário Memórias do Corpo, UFSC https://memoriasdocorpo.cce.ufsc.br/inscricoes/submissao-de-trabalhos
Até 16/05: XI Congresso Nacional de Arquivologia, Manaus https://fnarq.com.br/xi-cna-2026
Até 17/05: Arquivologia na contemporaneidade: gestão, preservação e acesso aos documentos de arquivo. Revista do Arquivo Geral do Rio de Janeiro: http://wpro.rio.rj.gov.br/revistaagcrj/envio
Até 18/05: VI Seminário Nacional História e Patrimônio Cultural: patrimônios em debate: políticas, diretrizes e reparação, Joinville/híbrido https://www.gtpatrimonioanpuh.com.br/vi-semin%C3%A1rio-nacional
Até 30/05: V Seminário Nacional de Governança Arquivística, UFSC https://www.even3.com.br/v-snga-seminario-nacional-de-governanca-arquivistica-729866-729866
Até 31/05: XXVI Encontro nacional de pesquisa e pós-graduação em Ciência da Informação, Belém https://enancib2026.com.br
Até 31/05: I Seminário Nacional de Crise Climática e Arquivos (CCA), Porto Alegre https://www.even3.com.br/i-seminario-nacional-crise-climatica-e-arquivos-713372/
nos vemos.
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Registro de 27/04/2026
Faz sentido ler um texto dos anos de 1970 de Pierre Bourdieu hoje?
Retornando às tardes de segunda-feira, a conversa foi conduzida aos espaços acadêmicos, de legitimidade e consagração, e ao questionamento de quais são as medidas que definem o conhecimento. Será que ainda o livro e o museu são representativos para essa régua? Qual o papel das pesquisas e pesquisadoras nessas mudanças? Qual o papel das instâncias de legitimação na construção do valor simbólico?
Perguntas não faltaram para compreender os bens simbólicos como produtos culturais com valor econômico, mas principalmente, simbólico. Em síntese, conferimos que “O mercado de bens simbólicos” é um texto fundamental para os estudos dos Arquivos Pessoais e do Patrimônio Documental.
Estiveram presentes no encontro: Aline Carmes Krüger, Priscila Rosa Martins, Marceli Mengarda, Maria Teresa Santos Cunha, Sabrina Martins, Valentina Nunes, Letícia Nedel, Maria de Fátima Piazza, Ana Claudia de Oliveira Segura, Ana Carolina Silvério Jonsson e Emily Zimmermann.

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Reunião de estudos de abril 2026

Olá!
Nossa próxima reunião será no dia 27/04, segunda-feira, às 14h, no nuLIME.Faremos a discussão do texto “O mercado de bens simbólicos”, capítulo 3 do livro A Economia das trocas simbólicas, de Pierre Bourdieu.
O texto foi enviado por e-mail e também pode ser acessado na BU UFSC.
Esperamos você!» nuLIME – CCE/UFSC – Prédio B, 5º andar – sala 507
» BOURDIEU, Pierre. A economia das trocas simbólicas. 5. ed. São Paulo: Perspectiva, 1998.
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Registro de 25 de março de 2026

Registro do encontro
No dia 25 de março de 2026, o Grupo de Pesquisa Arquivos Pessoais e Patrimônio Documental realizou sua primeira atividade do ano com uma visita técnica ao Instituto Casa Cleber Teixeira, em Florianópolis. A atividade contou com a mediação da doutoranda Sabrina Martins, que apresentou sua pesquisa em andamento sobre patrimônios bibliográficos em bibliotecas particulares.
O encontro foi bem proveitoso, com uma conversa aberta a partir da apresentação da Sabrina e do texto sugerido para leitura. Foram discutidas questões sobre bibliotecas particulares, patrimônio bibliográfico e também as diferentes formas de organização desses acervos, incluindo bibliotecas individuais e de casais.
Além disso, foi realizada uma visita pelo acervo do Instituto, conhecendo de perto sua organização, características e particularidades. A atividade também foi um momento de troca entre os participantes, conectando pesquisa e prática. Ao final, tivemos uma pequena confraternização em comemoração ao aniversário de integrantes do grupo, encerrando o encontro de forma leve e coletiva.
Estiveram presentes no encontro: Aline Carmes Krüger, Miguel Ângelo dos Santos Demétrio, Priscila Rosa Martins, Felipe Daniel Fernandes Navarro, AngElo Cubas Castro, Georgia H. Mastroianni, Karla S. W. Schutz, Patricia Sobierajaski Barreto, Maria Elisabeth de Quadros Pereira Rego, Marceli Mengarda, Maria Teresa Santos Cunha, Gisela Eggert Steindel, Sabrina Martins e Audrey Heineck.

Registro da visita no instituto
Link a para o Instagram do Instituto: Post Registros
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Reunião de estudos de março 2026
Em 2026, iniciaremos nossas atividades com visita técnica.
Nosso encontro está marcado para 25 de março, no Instituto Casa Cleber Teixeira, na companhia e apresentação da doutoranda Sabrina Martins:
Por e-mail, enviaremos a sugestão de leitura. Também vale marcar aquela carona esperta!
O Instituto Casa Cleber Teixeira está localizado na Rua Visconde de Taunay, 139 – Agronômica, Florianópolis.
A data é comemorativa, pode vir na afinação de um Parabéns! -
EDITAL BOLSA DE EXTENSÃO 2026
Estão abertas as inscrições para seleção de bolsistas de extensão no âmbito dos Projetos: Maura de Senna Pereira: organização de um arquivo pessoal e O armário de Harry Laus.
Vigência da Bolsa: 01/03/2026 até 31/12/2026
Valor da Bolsa: R$ 700,00
Carga-horária: 20h semanais (em turno a combinar)
Informações sobre inscrição disponíveis no Edital:
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Registro de 24 de novembro de 2025

E assim finalizamos as atividades de 2025.
A apresentação da dra. Cauane Maia a respeito da persistência da presença negra em Florianópolis foi recebida na percepção do presente, identificando os processos sucessivos de ocultação da população ao longo de décadas.
Na conversa, teve destaque Rita Maria a qual tem a trajetória registrada na tese. Outros nomes foram citados, como Cruz e Sousa (no dia de seu aniversário), Antonieta de Barros, Ildefonso Juvenal – que integram uma lista ainda muito restrita resultante de uma política de patrimonialização seletiva. Nesse sentido, a pesquisa pôs em evidência também a função dos instrumentos arquivísticos que continuam contribuindo no processo de ocultação, assim como a ausência em nomes de ruas, nos monumentos, currículos escolares, nas festividades cívicas.
Desejamos que esse debate se concretize em ações coletivas e integradas para cobrar e realizar mudanças!
Foram ao encontro as professoras Aline Krüger, Valentina Nunes, Sabrina Martins, Letícia Nedel, Maria de Fátima Piazza em companhia de Priscila Rosa, Marceli Mengarda, Miguel Angelo, Jefferson Colbari, Georgia Matroiani, Fernando Gomes Machado, Rosiane Maria, Mauricio Pamplona, Maria Elisabete Pereira Rego, Natália Silva Andrade, Meichele dos Santos Maciel.
Organizaremos a programação de 2026 a ser divulgada após o período de recesso.
Voltamos em março! -
Encontro de novembro de 2025

Cauane Maia, doutora em Antropologia Social, irá apresentar sua tese que evidencia a persistência de presenças negras insurgentes em Florianópolis.Utilizando a etnografia de documentos como método, consultou a documentação do Arquivo Público de Santa Catarina, o Conselho de Imigração e Colonização, a Comissão Catarinense de Folclore e o Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC.
A atividade integra também a construção do Novembro Negro da UFSC. Confira a programação: https://novembronegro.ufsc.br/
Te esperamos!
Dia 24 de novembro, às 15 horas
Sala de Reuniões do CED (Bloco B, 1º andar)
Recomendação de leitura: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/269179 -
Registro de 20/10/2025
Na tarde desta terça, as profas Maria de Fátima Fontes Piazza e Giane Maria de Souza nos apresentaram a trajetória da constituição do Museu do Folclore organizado pela Comissão Catarinense do Folclore entre os anos de 1949 a 1992. A inexistencia deste foi acompanhada de uma trajetória histórica e acadêmica em torno da museologia, de coleções, do folclore e dos Boletins da Comissão Catarinense do Folclore. Maria de Fátima finaliza sua exposição com a canção do Tamoio de Gonçalves Dias, numa linguagem do romantismo literário: “Não chores, meu filho/ Não chores, que a vida/É luta renhida: Viver é lutar…/ A vida é combate,/ Que os fracos abate,/ Que os fortes, os bravos/ Só pode exaltar”.
Estiveram presentes a professora Aline Carmes Krüger, junto a Mariana Voyt, Miguel Ângelo Demétrio, Jeferson Corbari, Sabrina Martins, Giliard de Souza, Ana Lucia Bergamo, Luciana Bergamo Marques, Ana Carolina Silvério Jonsson, Sabrina Oliveira, Marceli Mengarda, Fernando Cesar Gomes Machado, Georgia Mastroianni e Karen de Sant’ana Lisboa.
